A importância dos indicadores e dados na operação supermercadista
Das três parcelas da nossa equação aritmética básica (VENDAS, DESPESAS e LUCRO BRUTO), a mais difícil de medir será o LUCRO BRUTO (LB) e a mais fácil serão as VENDAS[cite: 34]. Por consequência, a medição do Resultado também será afetada por esta dificuldade em medir o LB, mas existe uma solução: O LBF[cite: 34].
Qualquer sistema de frente de loja, mesmo que não esteja integrado a um ERP, processa a venda por SKU e/ou código de barras e/ou código interno[cite: 34]. Da mesma forma, registra o valor unitário da venda por produto[cite: 34]. Portanto, o próprio sistema de frente de lojas, com as mesmas informações enviadas eletronicamente ao Fisco, já nos fornece informações importantes sobre Vendas[cite: 34].
A integração no Banco de Dados permite que as vendas estejam relacionadas à classificação mercadológica dos produtos[cite: 34]. Logo, poderemos analisar as vendas por Departamentos, seção, categoria, família, etc., assim como por fornecedor[cite: 34].
No caso das despesas, será necessário um mínimo de organização na Contabilidade, através de um plano de contas bem desenhado, com contas Sintéticas e Analíticas capazes de classificar por Centros de Custos[cite: 34].
Resta, pela sua complexidade, o controle do CMV (Custo da Mercadoria Vendida) ou do LUCRO BRUTO[cite: 34]. No entanto, este tema é contornado com a apuração direta do Lucro Bruto de Feirante (LBF)[cite: 34].