8.-PRECIFICAÇÃO/ETIQUETAGEM DE CÓDIGO NOS PRODUTOS ESTÁ OK.

Os preços de custo dos produtos são fixados segundo seu valor de aquisição, impostos, e variáveis financeiras (decorrentes de seu giro versus prazo de pagamento). O preço de venda deve levar em conta a margem de lucro bruto (em cada produto), para compor a contribuição que cada um deles dará ao resultado final. Mas o mercado é quem deve ser o grande balizador dos preços. O preço final deverá ser competitivo, dentro da estratégia global da empresa (ou da loja), que é a de atingir determinado tipo de público, com um determinado apelo de vendas, onde o preço será um componente de peso maior ou menor, conforme o posicionamento de cada um.

Para total clareza junto aos clientes, a marcação destes preços nos produtos expostos em vitrines, gôndolas ou balcões, deve ser realizada de forma clara e visível, de modo a não deixar o cliente sentir-se inseguro com relação a qual preço que está em vigor. Devemos nos lembrar que nem todos gostam de procurar alguém para eliminar suas dúvidas preferindo, às vezes, até ir embora sem adquirir um produto de preço confuso. Isto significa uma perda de vendas desnecessária e um problema que pode ser evitado. Não custa lembrar, outrossim, que a Lei estabelece, por exemplo, que no caso da marcação de dois preços em um mesmo produto, valerá o menor, para efeito de aquisição pelo consumidor. Razão pela qual, além dos aspectos éticos, o cuidado com a precificação também poderá nos evitar prejuízos.

Pelo menos a cada mes, em períodos de inflação reduzida, deve-se efetuar uma auditoria nos preços, conferindo-se a etiqueta com as circulares, assim como também o cadastro de PDVs e os preços de cartazetes de prateleiras/gôndolas/balcões. Nos períodos de inflação elevada, a frequência desta checagem deve ser acelerada, evidentemente.

Próxima dica ..........................................................................................................................................