1.-MERCADORIAS SEM CONDIÇÕES DE VENDA SÃO RECOLHIDAS OU LIQUIDADAS.

As empresas varejistas modernas tem um compromisso com a qualidade de seus produtos e serviços. Logo, quando existirem mercadorias que não estejam de acordo com este padrão de qualidade, não devem ser vendidas em condições normais, nem mantidas na área de vendas, devendo ser recolhidas imediatamente.

Isto é válido, especialmente, para produtos de natureza perecível, onde a questão da qualidade traz, inclusive, riscos de saúde aos clientes. Mas vale também para produtos não-alimentícios, inclusive, onde arranhões, amassamentos, falta de um componente secundário do produto, etc, podem comprometer a qualidade do que está sendo oferecido aos clientes.

Quando a mercadoria está fora de seu padrão normal, mas pode ser comercializada em condições especiais, devemos promover sua liquidação, reduzindo seu preço ou estabelecendo uma forma de pagamento diferenciado, de modo a torná-la muito atraente para clientes não tão exigentes.

Mas, nestes casos, devemos ter o cuidado, sempre, de especificar a condição ANORMAL do produto para não haver confusões por parte dos clientes, tanto em cartazes em cima do produto quanto na sua NOTA FISCAL, quando esta deve ser emitida (quando não for cupom fiscal, de caixa/PDV).

No caso de produtos alimentícios, muitas vezes o produto encontra-se sem condições de venda mas em condições de uso e consumo. Neste caso, a loja pode aproveitá-lo no refeitório ou como insumo em produtos vendidos pré-prontos (caso da rotisserie). O importante é que, em caso de reaproveitamento, estes produtos estejam em perfeitas condições de consumo!

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